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Escassez de Mão de Obra Operacional: O Maior Desafio da Logística em 2026 (e Por Que Isso Vai Muito Além do RH)

  • Foto do escritor: Hebrom Serviços
    Hebrom Serviços
  • há 5 dias
  • 4 min de leitura

Atualizado: há 5 dias


Por que essa conversa precisa acontecer agora:

Na logística, ninguém espera por ninguém.

O pedido precisa sair.

A carga tem horário.

O inventário tem meta.

E você, gestor, tem que garantir que tudo isso aconteça — com a equipe que estiver disponível naquele dia.


Mas… e se o maior risco da sua operação não for somente a falta de mão de obra, mas a falta de continuidade no vínculo empregatício?

Essa é uma pergunta incômoda. Porque escancara o que muitos vivem, mas poucos admitem.

Você está treinando para perder?


Você orienta.

Explica o processo.

Apresenta o layout.

Refaz os passos.

Integra o novo colaborador ao ritmo da operação.

E aí, na semana seguinte… ele não aparece.


Ou pede para sair. Ou é substituído por alguém que vai passar pela mesma rotina de treinamento. E tudo recomeça.


Quantas vezes por mês você reinicia um processo que deveria estar rodando com fluidez?


A escassez existe — mas o efeito real é a instabilidade da mão de obra operacional.


Fala-se muito sobre a falta de mão de obra operacional no Brasil.

Mas pouco se discute sobre a consequência mais séria disso:


A dificuldade de construir um time que dure e que melhore contínuamente.


  • Que saiba o que está fazendo

  • Que se sinta parte da operação

  • Que não precise ser reensinado o tempo todo


O que se perde a cada troca vai muito além do tempo.

Perde-se maturidade de processo. Perde-se consistência. Perde-se o dinheiro da mesa.



Quando trabalhar parece não valer a pena — e o impacto disso nas suas equipes


Há algo que poucos dizem em voz alta, mas que todo gestor já percebeu:


Muitos profissionais estão recusando oportunidades operacionais legítimas.


Não por falta de vagas. Mas porque, em alguns casos, a combinação de auxílios sociais, bicos informais e contratos frágeis faz com que trabalhar formalmente pareça desvantajoso.


Segundo levantamento recente, o número de beneficiários do Bolsa Família no Brasil chegou a 48,6 milhões de pessoas — superando o total de trabalhadores com carteira assinada, que somam cerca de 39,2 milhões.

📊 Fonte: Folha do Estado

“Ele veio, viu o ritmo da operação e desistiu. Disse que ganhava o mesmo ficando em casa.” - Gestor

Quantas vezes você já ouviu (ou viveu) isso?


Esse é um dilema real — e não se resolve com bronca.


Se resolve com um novo modelo: que valorize o profissional, ofereça dignidade e crie vínculos reais com a operação.



A pressão por resultado segue — mesmo com um time sempre novo


Você continua sendo cobrado.

📦 A produtividade precisa subir

📉 O custo por caixa precisa cair

⏱️ O SLA precisa ser mantido



Mas como fazer isso com uma equipe diferente a cada semana?

E aí entra a exaustão silenciosa: aquela que recai sobre o gestor que tenta manter a operação de pé, enquanto apaga o mesmo incêndio pela terceira vez no mês.

Existe outra forma de operar? Sim. Mas ela exige critério. E método.


A solução não está apenas em contratar mais rápido, o que também fazemos. Mas está em construir um modelo que:


✅ Integre bem e com critérios reais.

✅ Estimule permanência do colaborador e aconstância no dia a dia.

✅ Crie cultura. O nosso princípio Unidade de Linguagem fala sobre isso.

✅ E tenha uma retaguarda de gestão que sustente a base


Trabalhar precisa voltar a valer a pena!



Na Hebrom, construímos um modelo em que a base da operação tem carteira assinada, benefícios reais, ambiente de respeito, perspectiva de crescimento e vínculos verdadeiros.


Essa é a forma mais sólida de combater a fuga para o informal:


✅ Criando rotina de entrega de resultados

✅ Construindo pertencimento

✅ Pagando com dignidade

✅ Reconhecendo presença e desempenho


É assim que a gente quebra o ciclo da rotatividade.


E devolve estabilidade para quem mais precisa: você, gestor da linha de frente.


Um novo modelo de terceirização começa pela valorização da base


Na Hebrom Serviços de Logística, aprendemos que a verdadeira eficiência não vem da substituição rápida, mas da continuidade construída com critério.


Nosso modelo de prestação é voltado para centros de distribuição, armazenagem e operadores logísticos que querem:


  • Equipes operacionais com baixa rotatividade

  • Gestão própria e próxima, presente e responsável

  • Profissionais treinados com visão de permanência

  • Processos claros, documentação em dia e compliance garantido

Não acreditamos em “reposições rápidas”. Acreditamos em equipes que evoluem com o gestor — e fazem a operação crescer com ele. Rodrigo Batista, sócio proprietário da Hebrom Serviços de Logística.

Talvez você não decida a contratação da equipe de terceirização. Mas se sofre as consequências de uma mão de obra ruim, pode decidir apresentar uma solução melhor ao seu gestor.


Se esse texto fez sentido para sua realidade, talvez você esteja no momento de mudar o padrão. Conheça a Hebrom!


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